Relatório de pesquisa: Guias de Assuntos.
Os guias escolhidos apresentaram clareza de objetivos e formatação agradável a leitura. Quase todos seguiram o mesmo roteiro de apresentação, mas há algumas diferenças que deixaram com dúvidas, neste caso, vou me valer de três experiências para então fazer minhas perguntas, numerando e ressaltando os aspectos mais relevantes:
1. Guia de Teses e Dissertações - achei muito bom, quando o autor, claramente expõe na introdução do que se trata sua pesquisa:
A obra de referência escolhida para este trabalho foram as Teses e Dissertações por trazerem informações pontuais e fidedignas, além de atualizadas acerca do assunto que tratam. A biblioteca escolhida para servir de fonte para esta empreita foi a biblioteca da ECA/USP por ser uma biblioteca com a qual estou familiarizado e por conter um acervo de grande relevancia sobre o assunto do qual decidi tratar neste trabalho, que é a Linguagem Ducumentária, uma das áreas de estudo da biblioteconomia pela qual sou um grande entusiasta.
Ao trazer a sua metodologia, ele esclarece como a tarefa seria executada:
Depois de escolhidos o suporte informacional a ser contemplado (teses e dissertações), a biblioteca onde seria feita a pesquisa (ECA/USP) e o tema da pesquisa do guia (linguagem documentária), o que restava era criar uma ficha com as informações que deveriam ser contempladas acerca do material coletado e finalmente por as mãos à obra.
Sobre : Histórico ou levantamento bibliográfico (contexto): Os próximos passos foram apresentar um mapeamento do local onde ele faria a pesquisa (BB ECA) e a preparação das fichas de avaliação.
Diferente, a pesquisa Guia Bíblico, neste caso, seus autores desenvolveram uma pesquisa (levantamento histórico) do objeto que iriam trabalhar, ou seja, pesquisaram a história do livro BÍBLIA. O Guia de Arquitetura tratou da FAU/BBFAU/História da Arquitetura. 
2. Todos desenvolveram fichas, algumas bem abrangentes (Guia Bíblico), mas os cruzamentos podem variair: com as bibliotecas, por exemplo, o que facilitaria um pouco mais aqueles que estivessem usando o guia e as obras pesquisadas dispersas.
3. Quantidade de materiais escolhidos para fichamento – isto foi um aspecto que me surpreendeu. Eu imaginava que os guias eram coisas enormes! Mas as experiências mostram um número bem reduzido de volumes, como é o caso do Guia de Arquitetura. Neste caso, são poucos materiais, entretanto fazem diversos cruzamentos, especialmente separados por Categorias de assunto, acrescentando informações sobre as linhas editoriais.
4. Referências Bibliográficas – neste aspecto o pesquisador de Teses e Dissertações apresenta obras para desenvolvimento da própria pesquisa: metodologia de pesquisa, os demais apresentam as referências usadas para a preparação dos históricos dos temas, embora não tenham sido citados durante a redação.
Pergunto : quais os critérios que deverão ser adotados no tópicos:  contexto do tema, número de exemplares escolhidos para a pesquisa, tipo de fichamento e referências bibliográficas.

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