A partir de 1990 a internet começou a ter um enorme impacto sobre a cultura e o comércio mundiais, e continua a crescer, impulsionando cada vez maiores de informações on-line e de conhecimento, comércio, entretenimento e redes sociais.
Entretanto, é preciso lembrar que toda essa revolução só foi possível com uma grande revolução tecnológica: invenção do transistor.
          O transístor começou a popularizar-se na década de 1950. Em 1960, passou a ser encarado como um dispositivo viável para circuitos digitais integrados.
          Em 1970, a Intel construia a primeira memória RAM (DRAM), fabricada com tecnologia que utilizava o processo de miniaturização em larga escala. Era o início dos circuitos integrados,  que resultaria nos futuros Chips de computador. Em 1971, a mesma empresa lançava o primeiro microprocessador do mundo, o 4004. Ele tinha sido projetado para ser usado em calculadoras.
           O primeiro processador de 8 bits (Intel 8008) usava tecnologia PMOS, tinha frequência de 0,2 MHz, e foi fabricado em 1972.
             A partir da década de 80, o uso de circuitos integrados  foi intensificado, levando a tecnologia a ser usada em 75% de toda a fabricação de circuitos, por volta do ano 2000.
          A importância do transistor na sociedade moderna é sua possibilidade de ser produzido em enormes quantidades usando técnicas simples, resultando preços irrisórios, e, consequentemente, propiciando a difusão dos computadores.

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           Define-se Big Data como qalquer conjunto de dados extremamente grandes e complexos. Por este motivo, necessitam de softwares próprios para serem tratados, de forma que toda e qualquer informação nestes meios possa ser encontrada, analisada e aproveitada para a geração de resultados importantes.
         Os avanços da computação nos dia de hoje permitem guardar, e recolher dados com frequência cada vez maior, sem falar na crescente interação entre computador e o mundo que nos cerca. Em breve, dispositivos do nosso dia-a-dia, como geladeiras, televisores, entre outros - deverão estar conectados e controlados pela internet em um futuro próximo. Trata-se da Internet das Coisas.
        A tecnologia atual aumentou exponencialmente a quantidade de informações no mundo e, agora, empresas, governos e outras instituições estudam como lidar com esta "explosão" de dados.
          A função do Big Data seria criar as ferramentas computacionais necessárias para gestão desses dados, já que os softwares atuais não podem fazê-lo satisfatoriamente, e, por vezes não são aceitos pelos grandes programas estatísticos.
          A massificação de dados, no entanto, enfrenta um obstáculo. A questão da privacidade, representada pelo aumento de armazenamento e integração de informações pessoalmente identificáveis.
          O fato é que o mundo e a legislação atual não estão preparadas para as possibilidades que o Big Data oferece de agregar, analisar e tirar conclusões a partir de dados até então esparsos, e de se envolver em nossa vida pessoal.
          Uma coisa, porém, é certa: há, cada vez mais, volumes de dados gigantescos e que, portanto, exigem uma abordagem capaz de aproveitá-los ao máximo.
           Diante desse contexto, o termo Big Data já deixou de deixou de ser apenas uma expressão para se tornar realidade. Esperemos, porém, que o Big Data não se torne o  "Big Brother" de Orwell, onde o excesso de controle ou autoridade, o aumento da vigilância pelo governo, de órgãos de governo ou empresas, culminam em violação e invasão de privacidade.

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