Postagem realizada em: 27/03/2017 às 22:12:55 - Última atualização em: 30/11/-0001 às 00:00:00
Autor: Emily Pantaleao Vilar
Em continuação com a aula anterior, retomamos a explanação de dois tipos de software/plataforma presentes no universo da internet. São eles: * Software livre / plataformas abertas / open source--> são modelos que dão total liberdade de acesso; liberdade para que os usuários estudem seu funcionamento, isto é, permite que acessem o código fonte, a patente do sistema. Dão liberdade de distribuição e aperfeiçoamento do sistema em benefício da sociedade. Por ser um modelo desenvolvido em conjunto com outras empresas (as quais sozinhas não teriam condições financeiras para tanto) não existe o conceito copyright, e sim o copyleft. Não é porque é gratuito que o uso será desregrado. Acordos copylefts abrangem todos os outros modelos. * Software / plataformas proprietárias--> são modelos fechados que não dão acesso ao código fonte. Sâo pagos e protegidos. A internet das coisas Basicamente o conceito da internet das coisas é a conectividade: de tudo, em qualquer lugar, a todo momento. Por "tudo"entende-se os seres humanos e máquinas. A conectividade entre essas duas instâncias mudará bruscamente a forma que hoje elas se relacionam. Tanto homem-máquina quanto homem-homem. Com esta nova ecologia caberá a redefinição de todos os sentidos, começando pelo espaço geográfico e a mobilidade, impactando posteriormente nas leis, no modo de apropriação do conhecimento, na forma de se comprar algo, na forma de se dirigir e principalmente na forma de se relacionar com outros seres humanos,por exemplo. Ou seja, essa nova forma de se relacionar com o espaço acarretará inevitavelmente numa nova lógica de experiências. No plano da biblioteconomia, e no universo da informação em geral, a sistemática também tende a mudar. A biblioteca como conhecemos hoje sofrerá diversas automatizações, e não só ela, mas os museus e outras instituições também. Para uma melhor imagem mental, e não muito longe da realidade, o cenário mais próximo da internet das coisas contextualizado numa instituição pode ser visto no filme "Jurassic Park" onde tudo parece interagir e saltar às vistas dos visitantes do parque; tudo tecnologicamente planejado com hologramas e inteligência artificial. Big Data Para que este sistema inteligente funcione, é necessário que se crie uma base de dados capaz de fazer a gestão (e suportar) das interligações exponenciais de população e de máquinas.