A chamada Internet das Coisas parte do princípio de trocar informações entre dispositivos via Internet. É claro que esse mecanismo contribui para a diminuição dos postos de trabalho, uma vez que os próprios dispositivos se reconhecem e não necessitam mais de pessoas para fazer mediações. Por outro lado, a Internet das Coisas garante maior autonomia ao usuário ao solicitar um serviço. No entanto, é necessário que o usuário possua determinados dispositivos para poder participar dessa nova realidade, e sabe-se que nem todos eles podem ter acesso a isso, devendo o sistema tradicional ser conservado para que todos possam ser atendidos. A Internet das Coisas já é presente no Brasil, porém, por ser um país territorialmente muito extenso, há a dificuldade de abrangência do sistema, pois requer um alto nível de processamento de dados. Como já mencionado, ela é uma revolução tecnológica que permite conectar objetos do cotidiano à Internet através de uma relação real-virtual. Hoje já existem desde eletrodomésticos até meios de transporte fazendo uso dessa tecnologia. Um exemplo disso é a geladeira inteligente da Electrolux, que possui dois aplicativos que permitem o usuário adotar um programa nutricional completo de acordo com suas necessidades, que são reconhecidas pelo sistema após o preenchimento de um questionário. Esse app ainda permite que uma lista de compras seja importada para o smartphone no usuário. Já o outro, cria receitas de acordo com as preferências do usuário e com os alimentos que ele tem disponível na geladeira. Em 1960, teve a ascensão do movimento antigoverno que incentivou o design do mundo online com tamanha agressividade que acabou levando a "trivialização" do discurso nessa mídia e, entre outras consequências, ao fim da classe média artística, que é o que o autor Jaron Lanier condena com uma proposta de "tecnologia humanista", a qual reafirma a tecnologia, porém sem minimizar o usuário. Com base nesse estudo, pode-se verificar que a Internet das Coisas necessita de um grande volume de dados, que são administrados pelo Big Data. Ele auxilia empresas, governos e instituições a lidar com isso, que está presente nas redes sociais, sites, compras online, isto é, qualquer meio que realize troca de informações. O Big Data considera importante 4 pontos: a redução de custos, a redução de tempo, produtos e ofertas otimizadas e decisões inteligentes. Por esse motivo, é empregado na Internet das Coisas que é uma espécie de "inteligência artificial", que já encontra-se presente nos dias de hoje e promete evoluir ainda mais nos próximos anos, ou seja, a sociedade deve estar preparada para receber uma alta carga tecnológica e adaptar-se a ela.

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