Postagem referente à aula de 09042018
Postagem realizada em: 11/05/2018 às 00:57:07 - Última atualização em: 11/05/2018 às 00:59:56
Autor: Paulo Sergio Ramos da
Paulo Sérgio Ramos da Costa – nº USP 1347617 – Biblioteconomia / Matutino 2018
Profª Brasilina Passarelli
Blog da disciplina Recursos Informacionais II – Matutino – Paulo Sérgio 2018
Postagem referente à aula de 09/04/2018
Internet das Coisas
“Internet das coisas é um conceito tecnológico em que todos os objetos da vida cotidiana estariam conectados à internet, agindo de modo inteligente e sensorial. Também conhecida por IoT (Internet of Things, em inglês), consiste na ideia da fusão do “mundo real” com o “mundo digital”, fazendo com que o indivíduo possa estar em constante comunicação e interação, seja com outras pessoas ou objetos. Eletrodomésticos, carros, wearables (dispositivos tecnológicos utilizados como roupa), chaves, mesas, espelhos e etc. São inúmeras as possibilidades de anexar a computação em coisas que pertençam ao cotidiano das pessoas. [...] Esta revolução tecnológica é considerada por muitos estudiosos a última etapa do processo de desenvolvimento da computação. Assim como descreveu Mark Weiser, um dos mais importantes estudiosos das Ciências da Computação, a internet das coisas concretiza a fase em que a informática se consolida de modo onipresente na vida das pessoas. No entanto, foi o cientista Kevin Ashton, em 1999, que utilizou pela primeira vez a expressão “internet das coisas” para se referir ao uso de tecnologias que pudessem interconectar diversos aparelhos e objetos diferentes, ajudando a facilitar e organizar a vida das pessoas. A partir do artigo “A Coisa da Internet das Coisas”, publicado por Ashton, esta expressão começou a se popularizar por todo o mundo.” Disponível em: <https://www.significados.com.br/internet-das-coisas/>. Acesso em: 30 mar. 2018.
Comic Book: Inspiring the Internet of Things
Disponível em: <https://iotcomicbook.org/original-edition/>. Acesso em: 22 abr. 2018.
A leitura deste comic book revela-nos, por exemplo, a seguinte experiência na área hospitalar, exemplificando, pois, o emprego da Internet das Coisas na solução de problemas do cotidiano:


Big Data
“Big Data é o termo que descreve o imenso volume de dados – estruturados e não estruturados – que impactam os negócios no dia a dia. Mas o importante não é a quantidade de dados. E sim o que as empresas fazem com os dados que realmente importam. Big Data pode ser analisado para a obtenção de insights que levam a melhores decisões e direções estratégicas de negócio.

Disponível em: <http://www.hwzdigital.ch/files/2015/11/yourstory_BigData.jpg>. Acesso em: 16 abr. 2018.
Embora o termo "big data" seja relativamente novo, o ato de recolher e armazenar grandes quantidades de informações para eventual análise de dados é bem antigo. O conceito ganhou força no início dos anos 2000, quando um analista famoso deste setor, Doug Laney, articulou a definição de big data como os três Vs:
Volume: Organizações coletam dados de uma grande variedade de fontes, incluindo transações comerciais, redes sociais e informações de sensores ou dados transmitidos de máquina a máquina. No passado, armazenar tamanha quantidade de informações teria sido um problema – mas novas tecnologias (como o Hadoop) têm aliviado a carga.
Velocidade: Os dados fluem em uma velocidade sem precedentes e devem ser tratados em tempo hábil. Tags de RFID, sensores, celulares e contadores inteligentes estão impulsionando a necessidade de lidar com imensas quantidades de dados em tempo real, ou quase real.
Variedade: Os dados são gerados em todos os tipos de formatos - de dados estruturados, dados numéricos em bancos de dados tradicionais, até documentos de texto não estruturados, e-mail, vídeo, áudio, dados de cotações da bolsa e transações financeiras. [...] duas dimensões adicionais [...] sobre big data:
Variabilidade: Além da velocidade e variedade de dados cada vez maiores, os fluxos de dados podem ser altamente inconsistentes com picos periódicos. Existe algo em tendência nas redes sociais? Diariamente, picos de dados sazonais ou picos gerados com base em eventos podem ser um desafio de gerenciar. Ainda mais quando falamos de dados não estruturados.
Complexidade: Os dados de hoje vêm de várias fontes, o que torna difícil estabelecer uma relação, corresponder, limpar e transformar dados entre diferentes sistemas. No entanto, para que seus dados não saiam rapidamente de controle, é necessário ligar e correlacionar relações, hierarquias e as várias ligações de dados.” Disponível em: <https://www.sas.com/pt_br/insights/big-data/what-is-big-data.html>. Acesso em: 30 mar. 2018.
Os cinco Vs no Big Data:

Disponível em: <https://www.omnivex.com/sites/default/files/Big%20Data-1.png>. Acesso em: 16 abr. 2018.

Disponível em: <https://i0.wp.com/timoelliott.com/blog/wp-content/uploads/2017/06/big-data-and-the-four-Ms.jpg>. Acesso em: 16 abr. 2018.
“A quantidade de dados que está sendo criada e armazenada em um nível global é quase inconcebível. E esta quantidade só continua aumentando. Isso significa que há ainda mais potencial para extrair insights de negócios provenientes destas informações – mesmo que apenas uma pequena porcentagem destes dados é realmente analisada. O que isso significa para as empresas? Como elas podem utilizar melhor as informações que fluem para dentro de suas organizações todos os dias?” Disponível em: <https://www.sas.com/pt_br/insights/big-data/what-is-big-data.html>. Acesso em: 30 mar. 2018.

Disponível em: <https://marketoonist.com/wp-content/uploads/2017/03/170306.bigdata.jpg>. Acesso em: 16 abr. 2018.