aula 3
Postagem realizada em: 08/04/2019 às 20:38:48 - Última atualização em: 02/06/2019 às 15:00:14
Autor: Ting Peng
O termo internet of things (internet das coisas) denominado por Kevin Ashton, co-fundador do auto ID center do Massachusetts Institute of technology.
A ideia original da Idc previa conexão de todos objetos físico à internet, com capacidade de capturar informações por meio de identificação por radiofrequência e tecnologias de sensoriamento, que permite observar, identificar e compreender o mundo.
O extraordinário potencial da IdC é o poder que confere aos objetos de uso cotidiano de capturar, processar, armazenar, transmitir e apresentar informações. Interligados em rede, os objetos são capazes de realizar ações de forma independente e gerar dados em quantidade e variedade exponenciais, como produto das interações.
A conferência “Internet of Things: Philosophy”, ocorrida em 2014, propôs um debate sobre as ramificações da IdC em um contexto filosófico. Dentre as questões levantadas no evento estão: influência da tecnologia sobre as emoções; auto-percepção do ser humano e do modo como se relaciona com as coisas; aumento do potencial humano de ação e criação pela tecnologia; mudanças na forma de comunicação, e significado da comunicação homem-máquina e máquina-máquina. A conferência “Internet of Things: Philosophy”, ocorrida em 2014, propôs um debate sobre as ramificações da IdC em um contexto filosófico. Dentre as questões levantadas no evento estão: influência da tecnologia sobre as emoções; auto-percepção do ser humano e do modo como se relaciona com as coisas; aumento do potencial humano de ação e criação pela tecnologia; mudanças na forma de comunicação, e significado da comunicação homem-máquina e máquina-máquina.
A questão central de interesse da Internet das Coisas para a Arquitetura da Informação, na qualidade de disciplina da Ciência da Informação, é a concretização de um mundo onde o processamento de informações estará em toda parte. São novos espaços de informação, com diferentes propriedades, que precisam ser compreendidas e arquitetadas. A Internet das Coisas requer de uma abordagem humanista e sistêmica, baseada essencialmente em princípios, com vistas a evitar soluções pautadas em valores comerciais ou tecnicistas.
fonte<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-99362015000200158&lang=pt>