[AULA 4] IOT, IA E BIG DATA - A CONTEMPORANEIDADE EM PALAVRAS SUCINTAS


AULA 4: IoT, IA E BIG DATA - A CONTEMPORANEIDADE EM PALAVRAS SUCINTAS

 

  • NO CAPÍTULO ANTERIOR... (APENAS UMA ENTRADA DRAMÁTICA PARA RELEMBRAR O BLOG PASSADO :D)

Para introduzir ao tema do terceiro blog, vamos dar uma recapitulada no blog anterior: demos uma olhada na criação da Internet, peça fundamental do começo do século 21, pois este permite que haja uma circulação maior da informação, além de realizar a conectividade mundial de forma absurda num curto período de tempo da história. Então, nós compreendemos que a missão da internet, seja para caminhar em caminhos que nos levem a uma possível era interoperávelCom isso, eu utilizo a imagem abaixo para podermos compreender como que estes três termos têm uma grande importância nos tempos atuais:

 

Ao observar a imagem, compreendo que o mundo da conectividade ainda precisará percorrer um caminho longo, mas é perceptível como que os três termos são fundamentais, especialmente em momentos de pandemia, como o que ocorre com a COVID-19

 

 

 

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A construção deste blog se dará um pouco diferente dos blogs anteriores: eu realizarei definições mais específicas com os termos estudados desta aula, para que haja um aprofundamento delas, em um tópico, com relação ao momento que estamos vivendo com a pandemia da COVID-19 e como que os bibliotecários pode atuar num momento caótico como esses.

 

  • A INTERNET DAS COISAS: MAIS PRÓXIMA DO QUE IMAGINAMOS

Como definir a internet das coisas? Poderíamos definir ela de diversas maneiras, já que seus estudos se expandem, de acordo com a velocidade que o mundo virtual, a conectividade e a necessidade de operarmos de forma cada vez mais veloz e eficiente para que possamos atender as medidas exigidas do mercado de trabalho.

É notório que, empresas gigantes como a IBM, Intel e outras que foram citadas no blog anterior, também seriam propulsoras no tema sobre a internet das coisas. Quando observamos os debates, a plataforma TED TALKS ao pesquisar sobre o tema internet of things - termo inglês para internet das coisas - podemos ver que é um assunto relativamente bem recente para a história da tecnologia digital etc. Parece que o tema está muito longe do que realmente achamos, mas na verdade, ele está mais próximo do que poderíamos imaginar. Vamos a definição do termo, sem mais demoras.

 

SOBRE A DEFINIÇÃO DO TERMO INTERNET DAS COISAS

Para realizar a definição do termo, de acordo com o site Proof (2020):

De uma forma bem simples, Internet das Coisas é o modo como os objetos físicos estão conectados e se comunicando entre si e com o usuário, através de sensores inteligentes e softwares que transmitem dados para uma rede. Como se fosse um grande sistema nervoso que possibilita a troca de informações entre dois ou mais pontos.

De início, nós podemos observar que a internet das coisas, nada mais é do que uma comunicação, sendo esta, realizada por programas em objetos físicos e seu objetivo é realizar a conexão com os usuários. Com a internet das coisas operando na vida do ser humano, nós podemos observar uma melhora no estilo de vida, uma resposta de mundo mais inteligente. Porém, o que seria o coisa que o termo se refere?

 

A resposta é, literalmente, qualquer coisa. Pode ser desde um relógio ou uma geladeira, até carros, máquinas, computadores e smartphones. Qualquer utensílio que você consiga imaginar pode, teoricamente, entrar para o mundo da internet das coisas.

 

Ou seja: a internet das coisas é integrante da personalidade do século 21. Essa personalidade é observada, por exemplo, com o uso dos smarthphones: os usos podem abranger desde monitoramento de saúde, fornecimento de informação em tempo real sobre o trânsito da cidade, o número de vagas disponíveis em um estacionamento, até recomendações de atividades, lembretes, ou conteúdo em seus dispositivos conectados. Essas atividades, não são necessariamente somente relacionadas as atividades do smarthphone. Como explicado, qualquer objeto físico tem a capacidade de se tornar parte da internet das coisas e ele compreende devido a realização de conexões 

Como podemos observar é uma relação macro para micro: o smarthphone realiza essa função de ser uma coisa, mas consegue integrar a conectivdade do mundo digital para essas coisas do cotidiano. Para um melhor aprofundamento, eu deixo três links de vídeos para melhor conhecimento:

  1. [IBM] HOW IT WORKS: INTERNET OF THINGS  
  2. [EDUREKA] TOP 7 IOT (INTERNET OF THINGS) PROJECTS
  3. [BAND] A INTERNET DAS COISAS E O AVANÇO DA TECNOLOGIA 5G

Os 3 links citados são para resumir melhor a compreensão deste termo, sendo o último uma reportagem realizada pela emissora TV BAND para contextualizar a Internet das Coisas no Brasil.

 

  • A INTELIGÊNCIA ARITIFICIAL (IA): MUITO ALÉM DO ROBÔ HUMANÓIDE

Passando pela temática da Internet das Coisas, nós passamos a começar o outro tema deste  blog: a Inteligência Artificial (IA).

O termo é mais conhecido por ser sempre associado ao mundo tecnológico, especialmente por sua fácil associação aos robôs. Podemos ver esses exemplos facilmente nos filmes de ficção científicas, tais como Eu, RobôRobocupMatrix etc., mas a Inteligência Artificial se expande para além do universo cinematográfico. De fato, o fundamental de se aprender coisas sobre ela também serve para entendermos porque existe uma associação tão forte com o contato das máquinas e o seres humanos e quais seriam suas contribuições dentro da sociedade. Vamos a uma definição básica do conceito.

 

SOBRE A DEFINIÇÃO DO TERMO INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

Segundo o site Tecnoblog (2020), nós podemos definir a IA como:

Inteligência Artificial, que você vai ver por aí sendo citada apenas como IA (ou AI, de artificial intelligence) é um avanço tecnológico que permite que sistemas simulem uma inteligência similar à humana — indo além da programação de ordens específicas para tomar decisões de forma autônoma, baseadas em padrões de enormes bancos de dados.

De forma mais simplificada, nós podemos definir a inteligência artificial como um campo de estudo acadêmico e uma prática que permite observar a capacidade das máquinas pensarem como os seres humanos: aprender, perceber e decidir quais caminhos seguir, de forma racional, diante de determinadas situações. Isso significa que as máquinas terão como agir e pensar por conta própria, o que traz ao mundo, uma nova revolução conhecida como Quarta Revolução Industrial e aborda, basicamente, o uso da tecnologia, da Física e da Biologia atuando sobre estes materiais que penetram dentro dos utensílios que nos acostumamos a utilizar, muito semelhante ao que a Internet das Coisas também busca estudar dentro de seu campo de estudo. Para realizar este passo, os computadores precisavam de três grandes pilares evoluir da computação simples para a atual, de inteligência artificial:

  1. Bons modelos de dados para classificar, processar e analisar;
  2. Acesso a grande quantidade de dados não processados;
  3. Computação potente com custo acessível para processamento rápido e eficiente.

Com a evolução dos três tópicos, a inteligência artificial tornou-se finalmente possível com a fórmula:

 

BIG DATA + COMPUTAÇÃO (OU ARQUIVAMENTO) EM NUVEM + BONS MODELOS DE DADOS

 

Podemos dizer que a Inteligência Artificial aprende como uma criança: o sistema absorve, analisa e organiza os dados de forma a entender e identificar o que são objetos, pessoas, padrões e reações de todos os tipos. Porém, o processo de articulação mental da Inteligência Artificial não é tão simples: ela passa por vários campos de estudos da área da ciências da computação, especialmente o Machine Learning, o Deep Learning e o Processamento de Linguagem Natural que são fundamentais na construção da Inteligência Artificial. Um quadro servirá para demonstrar um pouco melhor a explicação de tais termos:

 

TERMOS
DEFINIÇÃO
MACHINE LEARNING
  • Basicamente, a máquina aprende sozinha a operar, através de dados inseridos e que esta chega ao resultado. Este processo compreende que não há necessidade da programação dos dados para que haja entendimento próprio da máquina somente por dados que já incluem certa informação e a própria máquina seja capaz de processá-la.

 

  • EXEMPLO: As recomendações personalizadas na Netflix e na Amazon, por exemplo, indicam os títulos de acordo com o que o usuário assiste. Conforme você inclui dados (assiste) o sistema aprende o que você gosta.
DEEP LEARNING
  • Parte do aprendizado da máquina que utiliza algoritmos complexos que imitam a rede neural do cérebro humano e aprendem uma área do conhecimento com pouco ou sem supervisão.

 

  • EXEMPLO: O sistema pode aprender como se defender de ataques, sozinho.
PROCESSAMENTO DE LINGUAGEM NATURAL
  • Esse processamento utiliza as técnicas de machine learning para encontrar padrões em grandes conjuntos de dados puros e reconhecer a linguagem natural.

 

  • EXEMPLO: A análise de sentimentos, no qual, os algoritmos podem procurar padrões em postagens de redes sociais para compreender como os clientes se sentem em relação a marcas e produtos específicos.

 

Portanto, é importante entender que a Inteligência Artificial é produto importante para moldar o conhecimento das máquinas do século 21, já que, como visto com a Internet das Coisas, os objetos ganham funções se utilizando do mundo digital para que estes consigam se adaptar ao progresso da quarta revolução industrial e a Inteligência Artificial propõe essa função aos objetos, sendo ainda um campo muito estudado, pois irá definir o futuro e, possivelmente, um novo modo de vida.

 

  • O BIG DATA: A PONTE ENTRE A IA E O IOT

Quando olhamos para o termo Big Data, normalmente, é comum associar ele aos outros termos acima que foram discorridos durante a escrita do texto por causa da compartibilidade de assuntos em comum que ambos possuem. Talvez, nós vemos bem mais o termo do Big Data, do que a Internet das Coisas, por causa de sua relação mais forte com a Inteligência Atificial, que tratatam do tema da importância de leitura que a máquina realiza sozinha para conseguir ter autonomia. O Big Data é visto como um grande volume informacional, o que não   deixa de ser verdade, já que a leitura de dados é  realizada em todas as etapas mencionadas tanto do Big Data da Inteligência Artificial e da Internet das Coisas. Iremos olhar com um pouco mais de detalhamento sobre o que o termo se trata a respeito:

 

 

SOBRE A DEFINIÇÃO DO TERMO BIG DATA

Segundo o site Canaltech (2020), podemos definir o Big Data:

Big Data é a análise e a interpretação de grandes volumes de dados de grande variedade. Para isso são necessárias soluções específicas para Big Data que permitam a profissionais de TI trabalhar com informações não-estruturadas a uma grande velocidade. As ferramentas de Big Data são de grande importância na definição de estratégias de marketing. Com elas é possível, por exemplo, aumentar a produtividade, reduzir custos e tomar decisões de negócios mais inteligentes.

Em termos gerais, o Big Data é a realização da análise dos grandes volumes de dados de grande variedade. A chave para isso é o fator do método da leitura de dados ser o que faz da função ser importante para que o Big Data seja uma ponte indispensável entre a Inteligência Artificial e a Intenet das Coisas. Para lidar com essa função mais complexa de ponte as solulções para o problema são feitas para lidar com um grande volume de dados não-estruturados. Isso significa que eles não têm relação entre si e nem uma estrutura definida. Teoricamente, os dados não-estruturados só poderiam ser analisados por humanos. Por outro lado, os dados estruturados podem facilmente ser colocados em uma tabela do Excel, por exemplo, devido a regularidade que possuem entre si.

Isso significa que o Big Data precisa de ferramentas que acompanhem o processo de rapidez que as máquinas vão cada vez atingindo: elas não devem só dar conta da grande quantidade de dados variáveis, mas devem fazer isso a uma grande velocidade. As ferramentas de armazenamento também são diferentes das usadas para armazenar dados comuns. Os bancos usados no Big Data devem ter elasticidade, pois precisam suportar volumes que crescem muito em pouco tempo. Eles também precisam ser flexíveis para aceitar vários tipos de mídias. Por isso, é fundamental estudar Os 5 Vs do Big Data para compreender melhor como se opera o Big Data e quais são seus objetivos, além dos mencionados:

 

TERMOS
DEFINIÇÃO
VOLUME
  • Big Data é uma grande quantidade de dados gerada a cada segundo. A tecnologia do Big Data serve exatamente para lidar com esse volume de dados, guardando-os em diferentes localidades e juntando-os através de software.

 

  • EXEMPLO: Os e-mails, mensagens de Twitter, fotos e vídeos que circulam na rede a cada instante: não são terabytes e sim zetabytes e brontobytes. Só no Facebook são 10 bilhões de mensagens, 4,5 bilhões de curtidas e 350 milhões de fotos compartilhadas todos os dias.
VELOCIDADE
  • Se refere à velocidade com que os dados são criados. O Big Data serve para analisar os dados no instante em que são criados, sem ter de armazená-los em bancos de dados

 

  • EXEMPLO: São mensagens de redes sociais se viralizando em segundos, transações de cartão de crédito sendo verificadas a cada instante ou os milissegundos necessários para calcular o valor de compra e venda de ações.
VARIEDADE
  • No passado, a maior parte dos dados era estruturada e podia ser colocada em tabelas e relações. Hoje, 80% dos dados do mundo não se comportam dessa forma. Com o Big Data, mensagens, fotos, vídeos e sons, que são dados não-estruturados, podem ser administrados juntamente com dados tradicionais.
VERACIDADE
  • Um dos pontos mais importantes de qualquer informação é que ela seja verdadeira. Com o Big Data não é possível controlar cada hashtag do Twitter ou notícia falsa na internet, mas com análises e estatísticas de grandes volumes de dados é possível compensar as informações incorretas.
VALOR
  • O último V é o que torna Big Data relevante: tudo bem ter acesso a uma quantidade massiva de informação a cada segundo, mas isso não adianta nada se não puder gerar valor. É importante que empresas entrem no negócio do Big Data, mas é sempre importante lembrar dos custos e benefícios e tentar agregar valor ao que se está fazendo.

 

O conforto dado pelo Big Data é de que ele precisa ser rápido, eficiente, dar as informações corretas, conseguir suportar um conteúdo grande de informação e ser bastante vasto. Essas são as qualidades que o Big Data precisa quando operado e, assim, realizado como uma ponte que sirva para a IA e o IoT.

 

  • O PAPEL DO BIBLIOTECÁRIO E O TRIO IOT-IA-BIG DATA NO CAOS DA QUARENTENA COVID-19

Para finalizar o blog, este último item fica como uma reflexão. Visto isso tudo, nós observamos que a IA, o IOT e o Big Data tem um papel fundamental na época da informação do século 21, com todas as suas características e importâncias que servem elas. No ano de 2020, o mundo experencia o terror espalhado pela COVID-19 e na busca pela luta na procura de vacinas e medicamentos que possam ajudar no combate. Cabe aqui duas perguntas a se realizarem:

  1. Qual é o papel que o bibliotecário tem perante a uma situação dessas?
  2. Como que a IA, o IOT e o Big Data podem ajudar numa época em que o mundo conectado se tornou nosso melhor meio de comunicação com o resto do mundo?

As repostas são diversas, mas tem algumas semelhanças: dada a questão que ambos os termos e a profissão lidam com a questão informacional, o papel do bibliotecário ganha novamente o destaque em selecionar os melhores canais de informação sejam eles de qualquer gênero e divulgar com sua população. Além disso, a experiência bibliotecária ganha uma nova importância na vida das pessoas, já que a experiência do atendimento, do trabalho da referência, do trabalho técnico, da procura pelo material necessitado, agora, ganham uma nova configuração dentro do espaço da quarentena.

Com isso, os bibliotecários começam a ter uma atuação online e passaram a serem criativos durante o período da quarentena: 

  1. Um exemplo disso é o CRB-8, tambem conhecido como o Conselho Regional de Biblioteconomia do estado de São Paulo, que começou a oferecer dicas de algumas bases de dados e outras referências da área da saúde e medicina que possam auxiliar a população na pesquisa sobre a COVID-19;
  2. Alguns bibliotecários também exercem a função como contadores de história: utilizando redes sociais como o Youtube, a ideia de alguns bibliotecários dos CEUs - Centros Educacionais Unificados - de São Paulo é poder trazer essa prática pro meio digital e continuar seus trabalhos para a população;
  3. As redes sociais também viraram um canal de comunicação forte entre bibliotecários e alunos de biblioteconomia: é o caso da youtuber Gabriela Pedrão com o seu canal É o Último, Juro! e do canal Santa Biblioteconomia, ambas promovendo assuntos que vão além do universo bibliotecário, entretendo e debatendo temas que fazem parte do próprio universo cultural das youtubers e do interesse de seus públicos. Ambas possuem outras redes sociais para intensificar o diálogo como o Instagram, o Goodreads etc.;
  4. A School Library Journal provém conteúdo variados sobre bibliotecas, incluindo uma seção dedicada a COVID-19, uma coisa interessante de se observar, pois instituições mais consolidadas como a Library of Congress e a American Library Association já não possuem focos redirecionados aos assuntos sobre a COVID-19, apesar de fornecerem algumas notícias sobre o funcionamento das instituições durante o período da quarentena estadunidense.

Existem vários exemplos, mas a mensagem é clara: a figura do bibliotecário continua sendo diversa e vai além do próprio espaço físico que o rotula e o designa somente a esta única função. Se os cientistas produzem as pesquisas sobre a COVID-19, os jornalistas pegam as informações e atualizações e as transformam em notícias para a sociedade, o papel dos bibliotecários também é duplo: criar conteúdos que possam levar seu público ao entretenimento ou a pesquisa rotineira e direcionar o público para as melhores notícias e pesquisas que estão sendo produzidas quanto ao assunto. Como dito: as respostas são variadas, mas são apenas uma pequena parte da importância que a profissão possui, mesmo estando num mundo cercado pela tecnologia digital.

Para a IA, a IoT e o Big Data, nós temos observado que grandes empresas e universidades públicas e privadas estão se utilizando dessas opções para conseguirem ajudar os especialistas no combate a COVID-19. Necessariamente, essas descobertas também não estão intrinsecamente ligadas ao ramo da pesquisa: basta olharmos, por exemplo, startups grandes como o Google que disponibilizaram links para otimizar as pesquisas a COVID-19 - ligado a tecnologia do Big Data; os aparelhos como as SMART TVs e os smartphones são produtos da IoT e que viraram excelente canal para o acesso ao conteúdo audiovisal. As opções para essas três áreas são várias e se extendem:

  1. Podem ser máquinas que auxiliem a idenitificar os pacientes que estão com menos necessidades médicas e estão com a COVID-19;
  2. O uso da IoT nos sistemas de saúde que conseguem aliviar mais as tensões causadas pelo COVID-19 nos ambientes hospitalares;
  3. O Big Data usado no monitoramento da COVID-19 e que pode averiguar se é ou não persistente manter a quarentena.

São várias notícias, são vários métodos, mas o importante é: a explosão informacional com relação ao COVID-19 é fundamental para entendermos nosso passado e o nosso futuro. Como dito, o mundo que 2020 está presenciando não será mais o mesmo, portanto, as condições que conhecíamos antes passarão por enormes hábitos reforçados como vistos na televisão de saúde e higienes pessoais, mas é munir-se de informações verificadas pelos especialistas e pelos jornais do perigo das fake news e cabe ao papel do bibliotecário e da tríade IA-IOT-Big Data poder ajudar neste caminho. Espero que quando a quarentena acabar, este blog possa servir para refletir os momentos que a nossa profissão fora duvidada e é necessária em tempos de calamidade mundial; em tempos que as informações duvidosas e falsas sejam combatidas com o trabalho científico; em tempos que utilizemos nossa profissão também para conseguir nos entrenter em momentos de muita instabilidade emocional.

 

Com isso, eu encerro o blog dizendo: fique em casa e proteja seus familiares e amigos sempre!!

 

REFERÊNCIAS

CANALTECH. Disponível em:https://canaltech.com.br/big-data/o-que-e-big-data/. Acesso em: 5 Abril 2020

______. Disponível em: https://canaltech.com.br/big-data/Big-Data-os-cinco-Vs-que-todo-mundo-deveria-saber/. Acesso em: 6 Abril 2020

PROOF. Disponível em: https://www.proof.com.br/blog/internet-das-coisas/. Acesso em: 10 Abril 2020

TECNOBLOG. Disponível em: https://tecnoblog.net/263808/o-que-e-inteligencia-artificial/. Acesso em 8 Abril 2020


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