Seminário 4: Bases de dados editoriais


Seminário 4: Bases de dados editoriais

 

O grupo iniciou o seminário com uma breve introdução sobre o que são as bases de dados editoriais, explicando também qual é a função do editor como dirigente da publicação de uma obra ou coleção – reúne, prepara, revê, anota – e seu direito exclusivo de reprodução e dever de divulgação, bem como um histórico do surgimento da atividade, que pode ser exercida por uma pessoa física ou jurídica, em diferentes escalas

Um ponto importante da apresentação foi o comentário sobre o oligopólio das publicações acadêmicas, pois, 6 editoras dominam o mercado desde os anos 70. A principal editora explora foi a Elsevier, uma empresa global de informações analíticas que é criticada por muitas universidades pelos altos preços. Sua mantedora é a Reed Elsevier e as publicações encontradas são em 12 idiomas, contendo artigos de vários tipos e modalidades. O grupo também abordou a Springer, que tem foco em ciência, tecnologia, matemática e medicina e é integrada ao open choice; o ACS Journals (Sociedade Americana de Química), com discursos contraditórios sobre o acesso aberto; a Taylor & Francis, uma sociedade anônima adjunta que tem importantes cientistas como editores e acionistas; a SAGE Publishing, com foco nas áreas de ciências sociais e humanas, tecnologia e negócios; por fim, a Wiley-Blackwell, que possui artigos nas áreas de ciências biológicas, ciências da saúde, ciências agrárias e ciências exatas e da terra.

Como ultimo tópico foi mencionado o movimento pelo acesso aberto, com uma breve explicação de seu percurso até a atualidade e algumas manifestações – The Cost of Knowledge, site para publicação de textos e protestos sobre o tema –, além críticas a Elsevier, principalmente pelo seu agrupamento de “pacotes” de assinatura, o duplo pagamento (taxa de entrada e saída) e o acesso parcial com alto custo.

 


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