Das bases de dados à Ciência de dados


Vivemos hoje de forma integrada a equipamentos tecnológicos que nos auxiliam na realização das mais diversas tarefas. Essa integração trouxe mudanças não somente nos modos e processos de trabalhos, mas também afetou nosso modo de nos relacionarmos, nos alimentarmos, nos divertirmos e de expressar nossos afetos e sensações, construindo nossa identidade. Hoje, tudo o que fazemos, pensamos, sentimos ou buscamos pode ser transformado em um dado que será inserido em um dispositivo tecnológico que, por meio de algoritmos, gerará uma busca ampla e integrada na internet (cada vez mais potente) para que nossa busca seja atendida.

 

É a partir dessa coleta de dados desenfreada e maciça (cada vez mais poderosa devido aos equipamentos IoT) que se formou o que chamamos de BigData. Assim, o volume de dados coletamos hoje pelos mais diversos dispositivos tecnológicos demandam um tratamento (mineração) que exige mão de obra qualificada, de modo a transformar esses dados em uma informação passível de entendimento, pois sem essa mineração, os dados se perdem.

 

Assim, cria-se então a área de Ciência de Dados, que visa o estudo da análise dos dados e das diversas maneiras, fontes, tecnologias e técnicas que possibilitem o tratamento dos dados mundialmente coletado de forma rápida e eficiente, de modo que as informações coletadas não se percam e possamos fazer algo de produtivo com elas.


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