Considerações sobre a terceira aula - Palestra_Marina
Postagem realizada em: 23/05/2022 às 19:31:54 - Última atualização em: 08/07/2022 às 23:43:28
Autor: Mª Clara da Silva
A palestra feita pela bibliotecária da ECA, Marina Marchini Macambyra, voltou-se a Base de Dados sobre as Ciências Sociais Aplicadas e Humanidades. Aconselhando sobre o uso do VPN USP, disponibilizado aos estudantes da Universidade, seguiu descrevendo aspectos válidos de serem considerados quando executar a visita e pesquisa a bases.
‘Por que pesquisar em bases de dados?’ as observações foram: pelo compromisso em selecionar e compilar os estudos revisando metodicamente seus conteúdos; pelas ferramentas de busca auxiliarem na navegação e localização de artigos e/ou títulos que melhor satisfaçam as necessidades do(a) pesquisador(a); e pelo ambiente que deve ser considerado, havendo diferenças significativas (muitas vezes relacionadas a baixa recuperação e/ou credibilidade das obras) entre as bases abertas ou de buscadores da internet e as bases de dados das grandes editoras.
As bases selecionadas para a apresentação foram bases (até o momento) assinadas pela USP e pela capes, todas agregadas a EBSCO: Art Full Text; Business Source Complete; Information Science and Technology Abstracts (ISTA); Library, Information Science and Technology Abstracts with Full Text; MLA - International Bibliography (Modern Language Association of America); RILM - Abstracts of Music Literature; RIPM - Retrospective Index to Music Periodicals; JSTOR; Scopus; Project Muse; Classical Music Library; Classical Scores Library; ARISTOR. Além de bases de acesso aberto, como a Project Gutenberg ou ainda
Ademais, apontou muitas implicações que envolvem a conscientização acerca do contexto geopolítico intrínseco tanto da seleção das editoras de bases de dados quanto das mediações de curadoria em geral; e também sobre questões relacionadas a ‘batalhas’ com a lógica mercantilista que as editoras possuem para publicação de artigos e estudos, e para disponibilização às instituições de ensino; resultando em casos como os processos a Aaron Schwarcz (Open Library, disponibilização de artigos na plataforma Reddit) e Alexandra Elbakyan (Sci-Hub), ativistas pela causa de uma ciência aberta, taxativa de outras formas - claro - porém mais acessível.