ATIVIDADE DE CLASSE - BANCOS DE DADOS - 12/03/2007

Há diversas definições e conceitos para bases de dados, seja na Informática, na Biblioteconomia, Processamentos de Dados, etc. Em geral, sabemos que é um "arquivo composto de registros, com cada um contendo campos, juntamente com um conjunto de operações para pesquisa, classificação, recombinação e outros ( MICROSOFT PRESS, 1998, p. 261). Ou seja, um conjunto ordenando de registros que visam a recuperação da informação.

 

O mundo dos computadores começa com a necessidades do período da Segunda Guerra Mundial em reunir e processar cálculos balísticos e bélicos. Depois, os grandes computadores (mainframes) começam a processar textos também.

 

A partir disto, um banco de dados pode ser um catalogo de bibliotecas ou até mesmo uma agenda de compromissos. Com a evolução da Informática e derivados, estes passaram a ser poderosas ferramentas de controle e de disseminação de informações. Assim como os computadores sofreram evoluções e drásticas, as bases de dados também. A seguir, pequeno histórico das bases de dados e da evolução da informática:

 

1836 – Cook e Wheatstone patenteiam o telegrafo;

1876 – Alexander Grahan Bell inventa o telefone e revoluciona a comunicação;

1950 – Começo da mescla da produção de base de dados com computadores;

1951 – Base de dados Bureau of Census

1957 – Criação do Advanced Research Project Agency – ARPA – embrião da Internet;

1962- J.C.C estabelece relações com universidades e setores privados para troca de informações entre computadores – Surge a ARPANET;

1962 – 1968 – É inventada a comutação de pacotes para transmissão em redes;

1964 – Pesquisas bibliográficas disponiveis na base de dados da MEDLARS produzido pela National Library of Medicine;

1969 – Criado a base de dados do formato MARC (MACHINE READABLE CATALOGUING) desenvolvido pela Library of Congress;

1971 – MEDLINE e OCLC – por volta de 54 bibliotecas com bases de dados;

1972 – DIALOG inicia operações comercias com três bases de dados;

1973 – Projetada a ETHERNET;\

1975 – Muitas bibliotecas acadêmicas e de pesquisa nos EUA utilizam serviços de Recuperação Automatizada de Informações;

1980 – Ampla utilização de bases de dados através de fitas magnéticas em bibliotecas;

1982 – Surgimento da BITNET e dos protocolos de transmissão TCP/ IP

1987 – Começo da Internet comercial nos EUA com 28 mil hospedeiros;

1990 – Milhares de bases de dados disponíveis na Internet;

1992 – Tim Berners-lee desesnvolve a interface www (world wide web).

2007 – Google oferece e disponibiliza milhões de páginas e bancos de dados.

 

  O vídeo da Macintosh apresentado na sala de aula ilustra bem esta cenário de mudanças. O mundo DOS, de difícil acesso e de grande investimento para manipulação é transferido para o uso de computadores pessoais, mais práticos devido a interface gráfica e de fácil uso. Nos bancos de dados da mesma forma. O que difere um catalogo de biblioteca de uma super base de dados é que o ultimo possui SGBD`s (Sistemas de Gestão de Base de Dados) que gerenciam e recuperam os dados de forma automática e precisa pois, possuem motores (Data Engine) e linguagens de pesquisas (Query Language). Uma base de dados possui várias vantagens como a diminuição de espaço nos sistemas, rápida atualização, lógica booleana, etc. Os SGBD são intermediários entre o usuário final e o produtor da base.

 

As bases de dados são referenciais quanto disponibilizam apenas descrições bibliográficas, catalograficas ou de diretórios e de fonte quando numéricas, de texto completo e gráficos.

 

Por enqunto é só.

FERNANDO.

Bibliografia

 

ANDERS, Vicki. Automated information retrieval in libraries: a managemant handbook. New York:Greenwood press, 1992.

GUIMARÃES, Angelo de Moura. Introdução às fontes de informação. Belo Horizonte: Autêntica, 2005.

MICROSOFT PRESS. Dicionário de informática/ tradução de Gilberto Castro e Valéria Chamon. Rio de Janeiro: Campus, 1998. p. 267


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